Talvez seja a paternidade, eu não sei.
Mas cansei da brincadeira de ficar instalando uma nova distribuição do Linux a cada alguns dias / semanas...
Neste último mês, em especial, já instalei: openSUSE, Kubuntu Lucid Alpha 2, sidux e Arch Linux.
Pronto, cheguei no meu limite!
Acho que agora me aquietei: Voltei pro Kubuntu Karmic (versão estável), nos 2 computadores (desktop e laptop). Tem seus problemas, mas todos têm. Só que acho que no Kubuntu, as vantagens superam em muito os problemas.
E a próxima versão, o Lucid, vai ter... (ops!, será que já estou tentado a atualizar para a versão alpha? argh, vou esperar pelo menos a RC...)
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Testando o openSUSE
Bem, minha já longa lista de distribuições de Linux que testei agora tem mais um nome: openSUSE.
Na verdade eu já havia usado há bastante tempo o SuSE, mas é a primeira vez que uso o openSuSE.
Minhas motivações:
- Estava usando há algum tempo o sidux. Gosto muito dele por ser baseado no Debian e ter as últimas versões de todos os programas (pode ter algum atraso, mas elas chegam!). Entretanto, ela não é para iniciantes, e gostaria de testar uma distribuição mais fácil de usar.
- Uso o Kubuntu no trabalho, mas acho que ele decaiu muito faz algum tempo. Tomara que o Project Timelord, que tenta fortalecer a distro e ligar alguns pontos que estavam faltando, dê frutos, e o Lucid Linx (10.04) seja melhor que as anteriores. Apesar de ser mais fácil que o sidux, tem seus problemas (como todos, aliás)
- Não gosto de esperar o tempo de vida inteiro da distribuição para poder atualizar aplicações como openoffice, gimp e firefox. O openSUSE tem o BuildService (parecido com o PPA do ubuntu, mas mais integrado), inclusive alguns "semi-oficiais" para suportar versões mais novas de aplicações na versão atual.
- Quando vi que tinham programado uma integração do Firefox para o KDE, fiquei impressionado. Estou há anos buscando isso. Consegui instalar essa versão no Kubuntu (tem um PPA do deb-fx) no trabalho, mas nem sinal disso no sidux (que, como o Debian, nem tem firefox, tem iceweasel!).
- Li vários posts dizendo que o openSUSE é a melhor distro no que se refere ao KDE. Inclusive alguns dos principais desenvolvedores do KDE são funcionários da Novell e trabalham no openSUSE.
Instalação:
- Resolvi instalar apenas no notebook. Meu desktop segue com o sidux.
- Baixei a versão em DVD de 32 bits :-o. Logo eu que sempre advoguei o Linux em 64 bits... Verdade, mas pretendo, caso resolva continuar com o openSUSE, baixar a versão 64 bits. Aliás, nesse caso, vou baixar o net install, que baixa todos os pacotes da rede na hora da instalação.
- A instalação foi fácil, o instalador é uma barbada de usar. E até foi rápido pra instalar. Muito mais rápido que baixar os 4,2GB do DVD e gravar o dito cujo na mídia :-)
Minhas impressões:
- Acostumado com o Kubuntu (que fora o bootsplash não tem nenhuma identidade visual) e com o sidux (que tem um tema preto e vermelho que é até meio macabro...), achei o visual do openSUSE um artigo de luxo. O menu do grub, o bootsplash, o tema do KDM, do ksplash e da área de trabalho... Tudo se integra em uma identidade visual verde escuro muito bem feita. Parabéns à equipe de arte do openSUSE. Até o a tela de apresentação (splash screen) de algumas aplicações (como o Gimp e o OpenOffice) são customizadas para a identidade visual do openSUSE.
- O Yast, que é uma aplicação de gerenciamento do computador é muito útil e bem integrada com o KDE. Com ele é possível gerenciar os softwares instalados, configurar usuários, segurança, firewall, compartilhamentos... Certamente uma ferramenta assim falta para a família *buntu.
- A integração do Firefox com o KDE é realmente aquilo que eu havia lido... É muito chato ficar usando hacks como este ou este para o Firefox parecer saber que o KDE existe...
Enfim, recomendo o openSUSE para quem estiver interessado no Linux e no KDE. Bem melhor que o Kubuntu na minha opinião. E mais fácil de usar que o sidux ou o Arch...
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Sistemas do Banco do Brasil e Linux 64 bits
Já há algum tempo venho insistindo com o Banco do Brasil a necessidade de seus sistemas (home banking e gerenciador financeiro) suportarem o Linux 64 bits.
Como funciona: O site usa o plugin do Java (disponível para a maioria dos sistemas operacionais) como segurança adicional de acesso (recentemente foi trocado o teclado virtual para um campo normal onde se digita a senha pelo teclado do computador mesmo). O problema não está no Java, mas na solução empregada pelo banco: para identificar o computador, é rodado um programa nativo (que não é Java) para obter informações da máquina que o próprio Java não disponibiliza. Assim, ao acessar o banco, é baixado um arquivo jar (Java ARchive) que contém além do programa Java, esses pequenos programas nativos para cada arquitetura: Windows / Linux / Mac...
O problema: No jar do banco não existe um arquivo para o Linux em 64 bits, somente 32. Não sei se ele funciona no Windows 64 bits. Alguém tem essa informação? O que sei é que no Windows é instalado um programa adicional para suportar essa solução. Talvez esse programa seja o responsável pela identificação do computador.
Por quê Linux 64 bits é importante mesmo? Já fazem mais de 10 anos que as arquiteturas 64 bits estão no mercado. Nenhum sistema operacional de 32 bits consegue usar mais do que 4 GB de memória. Alguns até conseguem com uma gambiarra chamada PAE, mas ficam mais lentos. Além disso, muitos programas rodam mais rápido em 64 bits.
Por quê o Banco do Brasil deveria suportar o Linux 64 bits? Na verdade, é uma questão de mercado: o banco deveria suportar os sistemas que seus clientes usam. Qualquer um que buscar no google por banco do brasil linux 64 bits vai ver uma série de páginas e blogs (como este) de usuários insatisfeitos. E há outra questão: o Linux está em crescimento, e está aqui para ficar. E praticamente 100% dos computadores novos suportam 64 bits (exceto os netbooks, ou mini notebooks). Então, pra que sub-utilizar um computador porque os programadores do banco simplesmente "esqueceram" de colocar um arquivo dentro daquele tal de pacote jar?
E a solução por parte do banco é difícil? Como o sistema de segurança do banco não é software livre, fica impossível dizer o trabalho exato que seria necessário para suportar o Linux 64 bits. Mas o mais provável é que o exato programa que roda em 32 bits possa ser compilado em 64. Depois disso, seria só recriar o pacote jar e pronto.
Tá, mas eu preciso usar o sistema e tenho um Linux 64 bits. Como faço? Baixe o firefox de http://www.firefox.com (que é 32 bits) e extraia ele em algum lugar (por exemplo, /home/usuario - adaptando para o seu usuario). A pasta firefox será criada. Então abra um terminal (sim, um terminal) e digite:
Crie um perfil com o nome 32, e desmarque a opção para usar sempre esse perfil.
O firefox irá abrir. Você pode fechá-lo por agora.
Depois instale o Java 32 bits. Baixe a versão Linux (arquivo de extração automática) em http://www.java.com.
Volte ao terminal. Os passos se baseiam na versão do java no momento do post, que é 6u17. Adapte de acordo com a versão baixada:
Aí você vai ter que criar um lançador do Firefox 32 bits. Clique com o botão direito no menu do sistema (menu K ou ícone do Ubuntu ou Gnome) e clique em editar menus. Adicione um ítem na seção Internet, colocando Firefox 32 como nome, "/home/usuario/firefox/firefox -P 32 -no-remote" (sem aspas, adaptando o usuario e nome do perfil criado - 32). Como ícone, você pode usar /home/usuario/apps/firefox/chrome/icons/default/default48.png. Salve o lançador.
[EDIT] Por algum motivo desconhecido, para acessar minha conta empresarial, o firefox trancava, comendo 100% da CPU. Tive que iniciar em modo de segurança (parâmetro -safe-mode) e desativar todos os complementos. Aí, reiniciei ele e ativei o plugin do java. Aí a coisa voltou a funcionar...
[EDIT 2] Conforme comentário aqui no post, no Firefox 3.6 a coisa não funciona. Tem que ser o 3.5 mesmo.
E por que eu tenho que fazer tudo isso se é interesse do banco em ter-me como cliente? Não sei, mas obviamente a responsabilidade é do banco em querer ter você como cliente. Tenho certeza que quanto mais usuários criarem uma reclamação (por dentro do home banking, em mensagens), mais rápido este problema será solucionado.
Como funciona: O site usa o plugin do Java (disponível para a maioria dos sistemas operacionais) como segurança adicional de acesso (recentemente foi trocado o teclado virtual para um campo normal onde se digita a senha pelo teclado do computador mesmo). O problema não está no Java, mas na solução empregada pelo banco: para identificar o computador, é rodado um programa nativo (que não é Java) para obter informações da máquina que o próprio Java não disponibiliza. Assim, ao acessar o banco, é baixado um arquivo jar (Java ARchive) que contém além do programa Java, esses pequenos programas nativos para cada arquitetura: Windows / Linux / Mac...
O problema: No jar do banco não existe um arquivo para o Linux em 64 bits, somente 32. Não sei se ele funciona no Windows 64 bits. Alguém tem essa informação? O que sei é que no Windows é instalado um programa adicional para suportar essa solução. Talvez esse programa seja o responsável pela identificação do computador.
Por quê Linux 64 bits é importante mesmo? Já fazem mais de 10 anos que as arquiteturas 64 bits estão no mercado. Nenhum sistema operacional de 32 bits consegue usar mais do que 4 GB de memória. Alguns até conseguem com uma gambiarra chamada PAE, mas ficam mais lentos. Além disso, muitos programas rodam mais rápido em 64 bits.
Por quê o Banco do Brasil deveria suportar o Linux 64 bits? Na verdade, é uma questão de mercado: o banco deveria suportar os sistemas que seus clientes usam. Qualquer um que buscar no google por banco do brasil linux 64 bits vai ver uma série de páginas e blogs (como este) de usuários insatisfeitos. E há outra questão: o Linux está em crescimento, e está aqui para ficar. E praticamente 100% dos computadores novos suportam 64 bits (exceto os netbooks, ou mini notebooks). Então, pra que sub-utilizar um computador porque os programadores do banco simplesmente "esqueceram" de colocar um arquivo dentro daquele tal de pacote jar?
E a solução por parte do banco é difícil? Como o sistema de segurança do banco não é software livre, fica impossível dizer o trabalho exato que seria necessário para suportar o Linux 64 bits. Mas o mais provável é que o exato programa que roda em 32 bits possa ser compilado em 64. Depois disso, seria só recriar o pacote jar e pronto.
Tá, mas eu preciso usar o sistema e tenho um Linux 64 bits. Como faço? Baixe o firefox de http://www.firefox.com (que é 32 bits) e extraia ele em algum lugar (por exemplo, /home/usuario - adaptando para o seu usuario). A pasta firefox será criada. Então abra um terminal (sim, um terminal) e digite:
cd firefox
./firefox -ProfileManager
Crie um perfil com o nome 32, e desmarque a opção para usar sempre esse perfil.
O firefox irá abrir. Você pode fechá-lo por agora.
Depois instale o Java 32 bits. Baixe a versão Linux (arquivo de extração automática) em http://www.java.com.
Volte ao terminal. Os passos se baseiam na versão do java no momento do post, que é 6u17. Adapte de acordo com a versão baixada:
cd firefox/plugins
sh caminho_do_download/jre-6u17-linux-i586.bin
Aperte a barra de espaço até chegar ao fim do texto, digite y e enter.
ln -s jre1.6.0_17/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so
Aí você vai ter que criar um lançador do Firefox 32 bits. Clique com o botão direito no menu do sistema (menu K ou ícone do Ubuntu ou Gnome) e clique em editar menus. Adicione um ítem na seção Internet, colocando Firefox 32 como nome, "/home/usuario/firefox/firefox -P 32 -no-remote" (sem aspas, adaptando o usuario e nome do perfil criado - 32). Como ícone, você pode usar /home/usuario/apps/firefox/chrome/icons/default/default48.png. Salve o lançador.
[EDIT] Por algum motivo desconhecido, para acessar minha conta empresarial, o firefox trancava, comendo 100% da CPU. Tive que iniciar em modo de segurança (parâmetro -safe-mode) e desativar todos os complementos. Aí, reiniciei ele e ativei o plugin do java. Aí a coisa voltou a funcionar...
[EDIT 2] Conforme comentário aqui no post, no Firefox 3.6 a coisa não funciona. Tem que ser o 3.5 mesmo.
E por que eu tenho que fazer tudo isso se é interesse do banco em ter-me como cliente? Não sei, mas obviamente a responsabilidade é do banco em querer ter você como cliente. Tenho certeza que quanto mais usuários criarem uma reclamação (por dentro do home banking, em mensagens), mais rápido este problema será solucionado.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
World of Goo
Para quem gosta de jogos de computador e usa Linux, sabe da triste realidade:
São realmente poucas as empresas que fazem jogos para este sistema operacional, pois ele ainda tem muito poucos usuários (algo em torno de 1 a 2%).
Claro que toda a regra tem suas exceções. Um exemplo é o World of Goo, que foi lançado simultaneamente em várias plataformas (incluindo Linux).
Já havia baixado o demo, e havia gostado muito. E ele é simplesmente o melhor jogo de lógica que já joguei... Tudo é extremamente bem feito, muito divertido e desafiador. Recomendo.
E para aqueles que querem um dia ver mais e mais bons jogos para Linux: suportem quem nos suporta. O preço é bem razoável (US$ 20,00, que quando comprei equivalia a +- R$ 35,00).
Espero que no futuro teremos jogos de grandes empresas para Linux também...
De qualquer forma, essas empresas já programam a maioria dos jogos como multiplataforma (Windows, MacOS, Wii, XBox, PS...). Incluir o Linux nessa lista é só uma questão de tempo, com certeza...
São realmente poucas as empresas que fazem jogos para este sistema operacional, pois ele ainda tem muito poucos usuários (algo em torno de 1 a 2%).
Claro que toda a regra tem suas exceções. Um exemplo é o World of Goo, que foi lançado simultaneamente em várias plataformas (incluindo Linux).
Já havia baixado o demo, e havia gostado muito. E ele é simplesmente o melhor jogo de lógica que já joguei... Tudo é extremamente bem feito, muito divertido e desafiador. Recomendo.
E para aqueles que querem um dia ver mais e mais bons jogos para Linux: suportem quem nos suporta. O preço é bem razoável (US$ 20,00, que quando comprei equivalia a +- R$ 35,00).
Espero que no futuro teremos jogos de grandes empresas para Linux também...
De qualquer forma, essas empresas já programam a maioria dos jogos como multiplataforma (Windows, MacOS, Wii, XBox, PS...). Incluir o Linux nessa lista é só uma questão de tempo, com certeza...
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
sidux
Mais um capítulo na minha novela pessoal de distribuições do Linux. Já contei um pouco da minhas andanças entre as distribuições aqui e aqui.
E a história continua. Resolvi há alguns dias testar o sidux. O motivo principal é o mesmo que me levou a testar o Arch: Não existem versões "fechadas", mas ao atualizar o sistema, as últimas versões dos pacotes são instalados.
Isso porque ele é baseado no Debian sid, que é a versão instável do Debian (que é a base do Ubuntu). O que o sidux faz é adicionar alguns pacotes (inclusive do kernel) para estabilizar um pouco o sid.
O resultado é um sistema sempre atualizado (ou quase sempre), com pouco trabalho e sem precisar reinstalar todo o sistema operacional a cada 6 meses. E o melhor: usando o apt-get / synaptic!!!
Por que não usar o Debian sid direto? Bem, ele é a torta. O sidux é apenas a cereja no topo. Eu recomendo!!!
E a história continua. Resolvi há alguns dias testar o sidux. O motivo principal é o mesmo que me levou a testar o Arch: Não existem versões "fechadas", mas ao atualizar o sistema, as últimas versões dos pacotes são instalados.
Isso porque ele é baseado no Debian sid, que é a versão instável do Debian (que é a base do Ubuntu). O que o sidux faz é adicionar alguns pacotes (inclusive do kernel) para estabilizar um pouco o sid.
O resultado é um sistema sempre atualizado (ou quase sempre), com pouco trabalho e sem precisar reinstalar todo o sistema operacional a cada 6 meses. E o melhor: usando o apt-get / synaptic!!!
Por que não usar o Debian sid direto? Bem, ele é a torta. O sidux é apenas a cereja no topo. Eu recomendo!!!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Making firefox use KDE's open file dialog in Kubuntu
Everyone who uses KDE knows the standard GTK file picker dialog JUST SUCKS!!!
Mozilla seems to refuse to provide a decent KDE integration in Firefox, so, at least, there are some good souls who created kgtk and others who packaged it for kubuntu.
To install it, open a terminal and execute the following:
[Edit]
The kubuntu-kgtk package installs configurations for several other applications than firefox, like Gimp, Kino, etc. I've seen a glitch with GIMP where after selecting a file to save, the dialog for the specific format parameters (like jpeg, gif or png) do not have focus when appear, so you'll have to find it in the taskbar.
Another thing to watch is that only the .desktop laucher files are modified. So, if you have firefox in the favorites, you'll have to remove it and add again, since the favorite (or panel launcher) is a copy, not a link of the original launcher.
Mozilla seems to refuse to provide a decent KDE integration in Firefox, so, at least, there are some good souls who created kgtk and others who packaged it for kubuntu.
To install it, open a terminal and execute the following:
- Add the repository source, running kdesudo kate /etc/apt/sources.list and paste the following in the end of the file:
deb http://ppa.launchpad.net/kgtk/ppa/ubuntu jaunty main - Add the repository keys: sudo apt-key adv --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv-keys 9F8C7211
- Update the packages: sudo apt-get update
- Install the desired package: sudo apt-get install kubuntu-kgtk
- Restart firefox
- Be happy!
[Edit]
The kubuntu-kgtk package installs configurations for several other applications than firefox, like Gimp, Kino, etc. I've seen a glitch with GIMP where after selecting a file to save, the dialog for the specific format parameters (like jpeg, gif or png) do not have focus when appear, so you'll have to find it in the taskbar.
Another thing to watch is that only the .desktop laucher files are modified. So, if you have firefox in the favorites, you'll have to remove it and add again, since the favorite (or panel launcher) is a copy, not a link of the original launcher.
sábado, 25 de abril de 2009
Making firefox open files honoring KDE's file associations
A very frustrating issue for KDE users with firefox are the file associations. And manually setting the program for each file type is just too tedious.
What we have to do is provide a $HOME/.mailcap file which associates all file types with the xdg-open script, which will honor the file associations set in KDE (and other DE's too). Firefox uses that file to read the associations. If you want this to be system-wide (all users), copy it over /etc/mailcap (as root - backup is always a good idea) .
The easier way is to run the following command:
wget http://luisfpg.uuuq.com/blog/mailcap -O ~/.mailcap
This script was generated with update-user-mailcap, a ruby script that reads /etc/mime.types and generates the $HOME/.mailcap file. To run it, execute the following commands:
wget http://luisfpg.uuuq.com/blog/update-user-mailcap
chmod +x update-user-mailcap
./update-user-mailcap
If you don't trust me, examine the file first. It's always a good idea to do this when downloading scripts from the Internet, by the way.
Attention:
If you had previously customized some file associations in firefox, you might want to rename the $HOME/.mozilla/firefox/profile/mimeTypes.rdf to other name (or just remove it) and restart firefox to have the associations reset.
A (minor) drawback is that on the file download dialog, you will always see xdg-open as the program, and not the real program which will be used to open the file, but it will work. Trust me ;)
What we have to do is provide a $HOME/.mailcap file which associates all file types with the xdg-open script, which will honor the file associations set in KDE (and other DE's too). Firefox uses that file to read the associations. If you want this to be system-wide (all users), copy it over /etc/mailcap (as root - backup is always a good idea) .
The easier way is to run the following command:
wget http://luisfpg.uuuq.com/blog/mailcap -O ~/.mailcap
This script was generated with update-user-mailcap, a ruby script that reads /etc/mime.types and generates the $HOME/.mailcap file. To run it, execute the following commands:
wget http://luisfpg.uuuq.com/blog/update-user-mailcap
chmod +x update-user-mailcap
./update-user-mailcap
If you don't trust me, examine the file first. It's always a good idea to do this when downloading scripts from the Internet, by the way.
Attention:
If you had previously customized some file associations in firefox, you might want to rename the $HOME/.mozilla/firefox/profile/mimeTypes.rdf to other name (or just remove it) and restart firefox to have the associations reset.
A (minor) drawback is that on the file download dialog, you will always see xdg-open as the program, and not the real program which will be used to open the file, but it will work. Trust me ;)
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