Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Kubuntu and Canonical

I'm a Kubuntu user. Except for a small adventure with Arch, and a few years before, with Mandriva, I've been using Kubuntu Linux for years.
As you probably know, Kubuntu is an official derivative of Ubuntu, which uses KDE as it's graphical environment instead of Gnome, present in Ubuntu itself. They are both maintained by Canonical.
Canonical has chosen Gnome thanks to it's simplicity, ease of use and it's famous Human Interface Guidelines, which should make most users satisfied.
Personally, as a technology professional, I prefer KDE over Gnome. This is not intended to start a flamewar, as there are thousands over the Internet. It's just a personal opinion.
But Canonical does supports Kubuntu, some might argue. Yes, they do. But their focus is Ubuntu (and therefore, Gnome). Kubuntu is a second class citizen. No one can denies it.
The Kubuntu team has always been trying to catch up with Ubuntu's new features, and many times they are only implemented in the next version (for example, the restricted drivers).
Also, Kubuntu tries to be on the bleeding edge, but many times pushes incomplete features into the release. Some examples:
  • Kubuntu Hardy had strigi and dolphin in KDE 3.5.x, which were both unfinished and looking rough.
  • Kubuntu Intrepid had broken the bluetooth support
  • Kubuntu Jaunty comes with a network manager applet with a bug that prevents it from connecting to wireless connections with a hidden SSID, and comes with KPackageKit for installing packages. The problem with it is that it doesn't understands debian dialogs, so, try, for example, installing sun-java6-jre package. It will silently fail, because you haven't accepted the license agreement, which wasn't shown because KPackageKit don't understands it. To fix this, I've installed the good old synaptic.
I really think that Canonical should pay more attention to Kubuntu. I know, most users use Ubuntu, but this is the same landscape for Linux in general: OEMs and the IT industry doesn't support Linux because it have only 1% of the users.
I think Kubuntu should be either an officially supported product or a community supported product. What disappoints me is this "theoretically official, but community in practice" thing.

Sábado, 25 de Abril de 2009

Making firefox open files honoring KDE's file associations

A very frustrating issue for KDE users with firefox are the file associations. And manually setting the program for each file type is just too tedious.

What we have to do is provide a $HOME/.mailcap file which associates all file types with the xdg-open script, which will honor the file associations set in KDE (and other DE's too). Firefox uses that file to read the associations. If you want this to be system-wide (all users), copy it over /etc/mailcap (as root - backup is always a good idea) .

The easier way is to run the following command:
wget http://luisfpg.uuuq.com/blog/mailcap -O ~/.mailcap

This script was generated with update-user-mailcap, a ruby script that reads /etc/mime.types and generates the $HOME/.mailcap file. To run it, execute the following commands:
wget http://luisfpg.uuuq.com/blog/update-user-mailcap
chmod +x
update-user-mailcap
./update-user-mailcap

If you don't trust me, examine the file first. It's always a good idea to do this when downloading scripts from the Internet, by the way.

Attention:
If you had previously customized some file associations in firefox, you might want to rename the $HOME/.mozilla/firefox/profile/mimeTypes.rdf to other name (or just remove it) and restart firefox to have the associations reset.

A (minor) drawback is that on the file download dialog, you will always see xdg-open as the program, and not the real program which will be used to open the file, but it will work. Trust me ;)

Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

De volta ao Kubuntu Linux

Bem, depois de algum tempo com o Arch Linux, voltei a instalar o Kubuntu...
Minhas conclusões sobre o Arch:
  • É uma excelente distribuição, principalmente pelo fato de não haver "versões" - os programas são sempre atualizados e basta rodar o lendário pacman -Syu para obter o "the latest and the greatest";
  • Como dito no site do Arch mesmo, ele não tenta "esconder" a complexidade do sistema. Muita coisa vem funcionando de fábrica, mas muita tem de ser configurada à mão.
Agora os pontos negativos:
  • Precisava rodar o GWT, que é 32 bits (e meu sistema, 64). Tive até que fazer uma gambiarra do tipo: renomeei o executável do java 32 e criei o script java que setava várias variáves de ambiente e chamava o executável renomeado;
  • Fazer o modem 3G da vivo funcionar foi impossível. Ainda bem que eu tinha outro notebook com um windinho e compartilhei a conexão 3G.
Assim, resolvi voltar ao Kubuntu. 2 dias antes do release final não consegui esperar e baixei o RC assim mesmo ;).
Minhas impressões:
  • O sistema boota muito rápido. Leva 20,5 segundos cronometrados desde o GRUB até a tela de login do KDM;
  • O QT 4.5 deixa o sistema bem mais rápido;
  • Ele vem com o estilo QtCurve para aplicações GTK pré configurado. Eu havia escrito sobre como fazer isso neste post.
  • Gostei do widget do NetworkManager, apesar de um bug que faz com que não haja espaço para todas as redes wireless aparecerem ao clicar nele.
Mas, como nem tudo são rosas, não gostei do KPackageKit. Acho que ele está muito cru ainda. Principalmente por não mostrar os diálogos dos pacotes debian. Tente, por exemplo, instalar o java da sun (agora da oracle) e vai dar erro, porque a licença não foi aceita, porque o KPackageKit não sabe como perguntar se você aceita a licença... Por isso, instalei o bom e velho synaptic, que é o melhor front-end para o apt, com certeza.

Só uma dica: para que o synaptic tenha a mesma aparência das aplicações GTK rodadas com seu usuário comum, rode: sudo ln -s $HOME/.gtkrc-2.0-kde4 /root/.gtkrc-2.0

Bem, minha impressão foi muito boa. Parabéns, equipe do Kubuntu (e da base do Ubuntu, claro). Eu realmente achei uma pena que o Ubuntu tenha escolhido o Gnome como ambiente primário. Sem querer iniciar uma "flamewar", o KDE é muito bala!!!

Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Aparência de aplicações GTK no KDE 4

Muitos sabem que a aparência nativa de aplicações GTK (como Firefox, Thunderbird, Eclipse...) no ambiente KDE, por padrão, é horrível.


Alguns sabem, existe um estilo para aplicações GTK integrado às configurações do KDE (fica no ítem Aparência / GTK Styles and Fonts). Quem não tem ele instalado, pode procurar pelo pacote gtk-qt-engine). Só que, ao selecionar "usar o meu estilo do KDE em aplicações GTK", os widgets (botões, caixas de texto, botões de rádio e caixas de seleção) dentro do firefox, por exemplo, continuam horríveis. Ficam com um fundo cinza e ocupam bem mais espaço que o necessário.


Poucos sabem que isso tem solução! Basta selecionar um estilo GTK nativo ao invés da opção "usar o meu estilo do KDE em aplicações GTK". Um exemplo é baixar o estilo QTCurve, que tem sua versão tanto GTK quanto KDE. Assim, todas as aplicações ficam com um estilo "praticamente igual", e os widgets ficam certinhos!

Domingo, 22 de Março de 2009

Nova investida: Arch Linux

Parece a sina de muitos dos que curtem Linux: testar um monte de distribuições...

Minha história com o Linux foi mais ou menos:


  • 2001: SuSe

  • 2002: Slackware

  • 2003: SuSe

  • 2004 - 2005: Slackware

  • 2005: Ubuntu / Kubuntu

  • 2006 - 2007: Kubuntu

  • 2007 - 2008: Mandriva

  • 2008 - 2009: Kubuntu


Só que agora resolvi mudar de novo, e depois de ter lido bastante, resolvi testar o Arch Linux. Por quê? Um motivo principal: com ele não precisa esperar 6 meses pra instalar a nova versão do aplicativo X, junto com o sistema todo. Claro, existem repositórios alternativos, PPAs e tal, mas eu sempre acabava reinstalando o sistema todo a cada 6 meses. E como tenho um desktop e um laptop, são 2 micros. E nem contei o do trabalho ainda ;).


Entretanto, teria um problema: a instalação não é tão simples como a do (k)ubuntu ou do mandriva: é modo texto, cheia de opções e tal... Mas não tenho medo de coisas como "modo texto" ou "linha de comando". Portanto, resolvi encarar...


Minha idéia não é um fazer um tutorial de como instalar o Arch Linux (tem vários na Internet), mas relatar minha experiência... Bem, apesar da instalação ser textual, é bastante fácil. Depois de instalar o sistema, instalei o xorg, o kde e os drivers da NVIDIA. Depois de uma mexida no xorg.conf (aliás, deve-se baixar o pacote hwd, e rodar hwd -xa para gerar o arquivo) para ativar resoluções maiores, maior nível de cor (vinha com 16 e não 24 bits), colocar o driver da nvidia e habilitar o Composite, tudo funcionou beleza...
Instalei também o shaman, que é uma interface gráfica para o pacman (gerenciador de pacotes). Gostei bastante dele.


Depois disso, aplicações como o gimp e o firefox são indispensáveis. Mas como elas são GTK (o KDE roda nativamente em outro toolkit, o QT), o firefox, por exemplo, fica horrível. Parece saído diretamente dos anos 70. Instalando o pacote gtk-qt-engine e indo nas configurações de aparência do KDE, e definindo para usar para o GTK o estilo do QT, as coisas ficam beeem melhores. Aliás, o firefox fica bom mesmo com o tema KDE4 + Firefox3.


Como resultado, tenho agora um sistema que inicializa muito mais rápido e roda muito mais rápido que o Kubuntu. Na verdade, não sei se a diferença maior no KDE é pelo QT 4.5 ou pelo Arch, mas no Kubuntu Intrepid usava-se o QT 4.4, e já li que tem uma diferença de performance notável... Resumindo: valeu a pena!

Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

KDE 4.2 totalmente em português do Brasil no Kubuntu Intrepid

Quem usa o Kubuntu 8.10 (Intrepid Ibex) e ainda não instalou o KDE 4.2, faça-o. O site do Kubuntu tem instruções de como fazê-lo. Está beeem melhor que o KDE 4.1.

Mas, quem já o instalou deve ter notado que várias mensagens não estão traduzidas para o português do Brasil, pelo menos com o método de instalação descrito acima.

Bem, nem tudo está perdido. Felizmente, o pessoal do Fedora foi um pouco mais cuidadoso e publicou um pacote com as traduções. Bem, eu o baixei, extraí os arquivos e fiz upload dele. Baixe-o aqui. Depois, abra um terminal e execute:

tar xvzf kde_4.2_ptbr.tar.gz

sudo cp -r usr /



Você pode excluir o diretório usr que foi criado no diretório corrente.

Pronto! Basta sair do KDE e iniciá-lo novamente (ou apertar Ctrl+Shift+BackSpace, mas cuidado, o ambiente gráfico será reiniciado e se tiver algum documento aberto... kabum).

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Skype no Linux com tradução decente para o português do Brasil

Quem usa o Skype no Linux (versão 2.0.X) em português do Brasil já deve ter tomado um susto com a qualidade da tradução. Desde botões "AceiteAceite" e "RecuseRecuse" (duplicado mesmo) ou alguns textos em inglês ou italiano (?!?).

Para solucionar: baixe os dois arquivos: skype_pt_br.qm e
skype_pt_br.ts
para algum diretório. Depois, a partir desse diretório, execute:
sudo cp skype_pt_br* /usr/share/skype/lang

Reinicie o Skype e pronto!