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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tutorial: Instalando o Cyanogen Mod no LG Optimus ME (P-350) pelo Linux

Tenho um telefone LG Optimus ME (P-350, pecan), e o sistema dele ficou progressivamente mais lento, ao ponto de me fazer aventurar pelo mundo dos ROMs customizadas.
Procurei por aí e só vi tutoriais para aquele sistema operacional da tela azul. Como ele não é muito bem vindo por aqui, tive que experimentar um pouco, e resolvi reportar os passos aqui.
Se você tem este telefone, usa o Linux e quer instalar o Cyanogen Mod, aqui vão os passos. Eles foram realizados no Ubuntu 12.04 Precise Pangolin, mas podem facilmente ser adaptados a outras distribuições.

Atenção: como de costume, estes passos funcionaram para mim, e não me responsabilize caso algo não dê certo... Além disso, obter acesso root no aparelho provavelmente invalide a garantia do aparelho. Siga por sua conta e risco.
Atenção 2: ao realizar este processo, TODOS os dados (contatos, aplicativos, etc) do telefone serão perdidos. Faça um backup de seus dados antes.

1. Acesso root no aparelho

Baixe o aplicativo Gingerbreak, versão 1.20 em http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1044765. Para instalá-lo, você necessita da opção de permitir instalar aplicativos de fontes desconhecidas. Se preferir, baixe o apk usando o seu computador, copie-o para o cartão SD e instale-o com um aplicativo como o AppInstaller.

Uma vez instalado, Habilite o debug por USB em Configurações > Aplicações > Desenvolvimento e certifique-se de ter um cartão SD montado. Rode o aplicativo, selecionando a opção de root. Depois disso, o aparelho vai reiniciar, já com o acesso root obtido.

2. Obtendo e configurando o ADB

O ADB é um comando que permite executar comandos no celular quando ele está conectado por USB ao computador. Seguindo o que está descrito em http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1067273, baixe o arquivo http://forum.xda-developers.com/attachment.php?attachmentid=588859&d=1304719623 e extraia o zip para um caminho executável, por exemplo, com o comando:
sudo unzip fastboot-and-adb.zip -d /usr/bin

Depois, é necessário configurar o UDEV para reconhecer o dispositivo. Para tal, baixe o arquivo http://www.joescat.com/linux/51-android.rules, copie-o para o local correto e edite-o, com os seguintes comandos:
sudo cp 51-android.rules /etc/udev/rules.d/
sudo chown root:root /etc/udev/rules.d/51-android.rules
sudo chmod 644 /etc/udev/rules.d/51-android.rules
gksu gedit /etc/udev/rules.d/51-android.rules

Agora, com o editor de textos, remova o comentário na linha logo abaixo do fabricante LG, para que fique assim:
# LG Ally/Optimus One/Vortex/P500 618f, 618e=(debug)
ATTRS{idVendor}=="1004", ATTRS{idProduct}=="618e", ENV{adb_matched}="yes"

Depois, execute sudo /etc/init.d/udev restart

Talvez seja necessário instalar a versão 32 bits do libncurses se você estiver usando o Linux em 64 bits. Caso tenha algum problema executando o adb, rode sudo apt-get install libncurses5:i386

Teste o adb com o telefone conectado por USB. Depois, rode no console: adb devices
Você deve ver 1 linha abaixo de "List of devices attached".

3. Obtendo o custom recovery e a ROM

Primeiro, baixe o custom recovery. Neste caso, usei o AmonRA custom recovery. Para o p350, pode-se usar o seguinte link: http://leaveme.in/wp/wp-content/uploads/2012/01/recovery-RA-pecan-2.2.1-GNM-drap.img_.zip.
Dentro do zip, tem os arquivos flash_image e recovery-RA-pecan-2.2.1-GNM-drap.img. Copie ambos para a raiz do cartão SD.

Você também vai precisar da ROM do Cyanogenmod e do Google Apps (para ter acesso, por exemplo, ao Google Play). Baixe ambos. O GApps, conforme o wiki do próprio Cyanogenmod pode ser baixado de http://cmw.22aaf3.com/gapps/gapps-gb-20110828-signed.zip. Já a ROM eu usei esta aqui: http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1610605.

Copie também ambos os arquivos zip (do Google Apps e do ROM) para a raiz do cartão SD, sem extrair nenhum.

4. Flash da imagem e acesso ao custom recovery

Com o flash_image, o .img do AmonRA recovery e os zips do ROM do Cyanogenmod e do Google Apps todos na raiz do cartão SD, vamos aos comandos pelo ADB. O debug USB tem que estar ativo.
$ adb shell
su
mount -o remount,rw -t yaffs2 /dev/block/mtdblock1 /system
cat /sdcard/flash_image > /system/bin/flash_image
chmod 755 /system/bin/flash_image
sync
flash_image recovery /sdcard/recovery-RA-pecan-2.2.1-GNM-drap.img
sync
reboot recovery

Você vai ver a tela do recovery, que é um menu com algumas opções que podem ser navegadas com as teclas de volume, e confirmadas com o botão menu.

Faça um backup da sua imagem atual (tem essa opção no menu inicial do recovery). Depois, temos que limpar os dados anteriores do telefone. Isto é muito importante, o telefone pode não bootar sem isto!
Vá na opção Wipe e selecione as seguintes opções, uma a uma:
Wipe ALL data/factory resetWipe Dalvik-cache
Wipe battery stats

Com o botão voltar no telefone, volte ao menu anterior e selecione 
Flash zip menu, e depois Choose zip from sdcard. Selecione o zip com o ROM do Cyanogenmod.
Espere terminar e novamente selecione Choose zip from sdcard e selecione o zip com o Google Apps.
Depois, volte e selecione Reboot system now.

Você verá o pinguinzinho do Linux e depois o splash do Cyanogenmod. O primeiro boot demora bastante. Dá uma tensão, mas é assim mesmo. Depois disso, bem vindo ao seu novo sistema!!!

5. Dica: atualizando o ROM

Você pode ficar monitorando a página do ROM para ver se saiu uma nova versão. Caso tenha saído, basta baixá-la e colocá-la na raiz do cartão SD (apague a anterior caso ainda esteja lá para não se confundir). Depois, pressione o botão de desligar por alguns segundos, selecione Reiniciar > Recuperação.

Após o boot, aparecerá a tela do recovery. Limpe o Dalvik cache, na opção Wipe (isto é muito importante!!!), e vá no Flash zip menu, selecionando o arquivo zip contendo o ROM. Reinicie e pronto!

6. Dica: aumentando a duração da bateria

É possível fazer uma recalibragem da bateria. Basta carregar até 100% (não se engane pelo ícone verde, vá em Configurações, Sobre o telefone, Status e veja se está totalmente carregada). Depois reinicie no recovery (da mesma forma como no item anterior) e selecione Wipe, Wipe battery stats. Reinicie o telefone (de preferência com o carregador ainda ligado).

Quando o telefone tiver iniciado totalmente, remova o carregador e deixe a bateria acabar totalmente (o telefone desligar por causa dela). Depois carregue-o e use-o normalmente. No meu caso, tenho cerca de 5 dias com cada carga.

Considerações finais

Espero ter ajudado. Muitos tutoriais por aí ensinam a fazer este processo pelo Windows, mas pra que precisar de um Windows para configurar o telefone que roda Linux? ;-)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Não usa Internet Explorer? Você não é mais bem-vindo ao www.smiles.com.br

Sou usuário Linux (o último Windows que usei foi o XP).

Até algum tempo atrás eu acessava sem problemas o site do Smiles (www.smiles.com.br).

Este fim-de-semana tentei acessar e me deparei com um erro, dizendo que eu precisava usar o Microsoft Internet Explorer.

Desiludido, entrei em contato com o "Fale conosco", e, realmente desisti do site.

Me mandaram baixar o Internet Explorer para o meu sistema operacional...

Credo.

Em pleno 2011 ver sites importantes depender de uma plataforma específica é algo que só se explica com ignorância ou mala preta...

Aqui o e-mail na íntegra (salvo os dados pessoais):

Prezado Senhor Luis Fernando:

N° de atendimento: 1-412064905.

Em atenção ao seu e-mail, orientamos verificar e se possível, baixar uma versão do navegador Internet Explorer compatível com seu sistema operacional, pois terá um melhor desempenho durante o acesso ao site Smiles.


Esclarecemos que estamos trabalhando incessantemente para a melhoria de nosso atendimento, com atualizações de sistemas e o Site Smiles.

Pedimos sua compreensão.

Estamos à sua disposição.

Atenciosamente,

Janaina Oliveira
Programa Smiles
VRG Linhas Aéreas S.A - Grupo GOL
www.smiles.com.br/smiles/content/faleconosco/index.htm
Central de Atendimento Smiles: 4003 7001 / 4003 7007
Para localidades não atendidas pelo serviço 4003 ligue para 0800-883-2245.

Favor não responder esta mensagem, caso seja necessário utilize Site “www.smiles.com.br” “My Smiles” “Fale Conosco”, ou utilize o link abaixo. “http://www.smilescom.br/smiles/content/faleconosco/index.htm”.

Texto confidencial para uso exclusivo do destinatário. Não divulgue e apague-o imediatamente se o recebeu por engano.
This is a confidential text to be exclusively used by the recipient. Do not disclose to anybody and delete it immediately if you received it by mistake.
Texto confidencial para uso exclusivo del destinatario. Si usted lo recibi por error no lo divulgue y exclúyalo inmediatamente
Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade com o MEIO AMBIENTE.

----- Mensagem Original -----
De: smilesfaleconosco@golnaweb.com.br
Para: smiles.portugues@golnaweb.com.br
Enviada em: 09/05/2011 10:15:59
Assunto: Fale Conosco: Crítica

Fale Conosco - Crítica

Assunto: SITE

Nome: Luis Fernando

Sobrenome: Planella Gonzalez

CPF: XXXXXXX

E-mail: XXXXXXX

Numero Smiles: XXXXXXX

Contato: XXXXXXX

Localizador:

Origem:

Destino:

Data do vôo:

Número do vôo:

Data de ocorrência:

Número Protocolo:

Comentários: É lamentável que não posso mais acessar minha conta no Smiles porque agora o site exige o uso do Microsoft Internet Explorer.
De onde vocês tiraram a ideia infeliz de restringir o acesso a esse navegador, que é sabidamente o mais inseguro de todos?
Sou usuario Linux. Além de me excluir, excluiram os usuarios Mac, iPhone, iPad, Android, Blackbarry ou qualquer coisa que não seja Windows.
Vocês tomaram um passo na contramão da tecnologia, e, apesar de duvidar que isto possa ser solucionado a curto prazo (porque provavelmente investiram milhões no novo sistema mais "seguro"), pelo bem da própria empresa, espero que isto seja mudado algum dia.
As 40.000 milhas que tenho no programa (que ainda não consegui utilizar) serão as últimas investidas no smiles.
Lamentável.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Netbook Philco PHN 10103 e o Linux

Estes dias comprei um netbook da Philco, modelo PHN 10103, que veio com o Mandriva Linux pré-instalado.
Uma das primeiras coisas que fiz foi instalar o Kubuntu Lucid (ainda em beta) nele.
Tive alguns problemas com o hardware, mas todos eles têm solução. Estas dicas funcionam para qualquer variante do Ubuntu Lucid (Kubuntu no meu caso, mas funciona para Ubuntu, Xubuntu, Lubuntu...). Se você usa outras distribuições, pode adaptar estas dicas para elas.

Webcam de cabeça para baixo:
Para isto, deve-se instalar uma versão mais nova do pacote libv4l, mais o frontend para configurar:
sudo add-apt-repository ppa:libv4l
sudo apt-get update
sudo apt-get install gtk-v4l libv4l-0

Depois, rode o gtk-v4l e ajuste as opções de espelho horizontal e vertical. Para o skype, tive usar um script. No meu caso, o arquivo está no $HOME/bin/run-skype, com o seguinte conteúdo:
#!/bin/bash
LD_PRELOAD=/usr/lib/libv4l/v4l1compat.so skype

Não esqueça de dar permissão de execução para esse arquivo, e alterar o lançador do menu para ele ao invés do comando padrão.

Teclas de atalho que não funcionam:
Para esta dica, gostaria de agradecer grandemente ao Corentin Chary, que é o desenvolvedor do módulo do kernel que suporta o ACPI nos notebooks da Asus, e este netbook é um deles. O Corentin foi muito prestativo e respondeu prontamente às perguntas até chegarmos à solução.

Deve-se adicionar parâmetros no arquivo /etc/default/grub (abrir com o sudo). Procure a linha GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT e adicione, dentro das aspas, o seguinte: (sem aspas) "acpi.power_nocheck=1". No meu caso, essa linha ficou assim:
GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="splash quiet acpi.power_nocheck=1"

Finalmente, rode no terminal: sudo update-grub e reinicie a máquina.

A única função que não funcionou direto foi a de ligar / desligar o touchpad. Mas isso também tem solução! Vamos ao terminal:
sudo apt-get install aosd-cat

Depois, deve-se modificar o arquivo executado quando o evento de touchpad é detectado. Para isso, rode o seguinte:
cd /etc/acpi
sudo mv asus-touchpad.sh asus-touchpad.sh.orig
sudo nano asus-touchpad.sh

Então, cole o seguinte conteúdo:
#!/bin/bash
[ -f /usr/share/acpi-support/state-funcs ] || exit 0
. /usr/share/acpi-support/power-funcs
getXconsole
DEVICE="AlpsPS/2 ALPS GlidePoint"
PROPERTY="Device Enabled"
QUERY=`xinput list-props "$DEVICE" | grep "$PROPERTY"`
VALUE=${QUERY#*:}
if [ $VALUE == "1" ]; then
        xinput set-int-prop "AlpsPS/2 ALPS GlidePoint" "Device Enabled" 8 0;
        echo "Touchpad desligado" | aosd_cat -p 7 -u 1000;
else
        xinput set-int-prop "AlpsPS/2 ALPS GlidePoint" "Device Enabled" 8 1;
        echo "Touchpad ligado" | aosd_cat -p 7 -u 1000;
fi
exit 0

Depois, torne-o executável e adicione o serviço acpid para ser executado ao iniciar a máquina:
sudo chmod +x asus-touchpad.sh
sudo update-rc.d acpid defaults
sudo start acpid

Repare que nesta última linha, o serviço acpid é iniciado. Assim, ao apertar Fn+F9, você verá uma mensagem na tela indicando o estado do touchpad.

Assim, o netbook funcionou perfeitamente no Linux. Aliás, isso já era sabido, pois ele veio com o Linux instalado, mas precisou dessas intervenções manuais para funcionar tudo ok.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Fim do "distro-hopping"?

Talvez seja a paternidade, eu não sei.
Mas cansei da brincadeira de ficar instalando uma nova distribuição do Linux a cada alguns dias / semanas...
Neste último mês, em especial, já instalei: openSUSE, Kubuntu Lucid Alpha 2, sidux e Arch Linux.
Pronto, cheguei no meu limite!
Acho que agora me aquietei: Voltei pro Kubuntu Karmic (versão estável), nos 2 computadores (desktop e laptop). Tem seus problemas, mas todos têm. Só que acho que no Kubuntu, as vantagens superam em muito os problemas.
E a próxima versão, o Lucid, vai ter... (ops!, será que já estou tentado a atualizar para a versão alpha? argh, vou esperar pelo menos a RC...)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Testando o openSUSE

Bem, minha já longa lista de distribuições de Linux que testei agora tem mais um nome: openSUSE.
Na verdade eu já havia usado há bastante tempo o SuSE, mas é a primeira vez que uso o openSuSE.

Minhas motivações:
  • Estava usando há algum tempo o sidux. Gosto muito dele por ser baseado no Debian e ter as últimas versões de todos os programas (pode ter algum atraso, mas elas chegam!). Entretanto, ela não é para iniciantes, e gostaria de testar uma distribuição mais fácil de usar.
  • Uso o Kubuntu no trabalho, mas acho que ele decaiu muito faz algum tempo. Tomara que o Project Timelord, que tenta fortalecer a distro e ligar alguns pontos que estavam faltando, dê frutos, e o Lucid Linx (10.04) seja melhor que as anteriores. Apesar de ser mais fácil que o sidux, tem seus problemas (como todos, aliás)
  • Não gosto de esperar o tempo de vida inteiro da distribuição para poder atualizar aplicações como openoffice, gimp e firefox. O openSUSE tem o BuildService (parecido com o PPA do ubuntu, mas mais integrado), inclusive alguns "semi-oficiais" para suportar versões mais novas de aplicações na versão atual.
  • Quando vi que tinham programado uma integração do Firefox para o KDE, fiquei impressionado. Estou há anos buscando isso. Consegui instalar essa versão no Kubuntu (tem um PPA do deb-fx) no trabalho, mas nem sinal disso no sidux (que, como o Debian, nem tem firefox, tem iceweasel!).
  • Li vários posts dizendo que o openSUSE é a melhor distro no que se refere ao KDE. Inclusive alguns dos principais desenvolvedores do KDE são funcionários da Novell e trabalham no openSUSE.
Instalação:
  • Resolvi instalar apenas no notebook. Meu desktop segue com o sidux.
  • Baixei a versão em DVD de 32 bits :-o. Logo eu que sempre advoguei o Linux em 64 bits... Verdade, mas pretendo, caso resolva continuar com o openSUSE, baixar a versão 64 bits. Aliás, nesse caso, vou baixar o net install, que baixa todos os pacotes da rede na hora da instalação.
  • A instalação foi fácil, o instalador é uma barbada de usar. E até foi rápido pra instalar. Muito mais rápido que baixar os 4,2GB do DVD e gravar o dito cujo na mídia :-)

Minhas impressões:
  • Acostumado com o Kubuntu (que fora o bootsplash não tem nenhuma identidade visual) e com o sidux (que tem um tema preto e vermelho que é até meio macabro...), achei o visual do openSUSE um artigo de luxo. O menu do grub, o bootsplash, o tema do KDM, do ksplash e da área de trabalho... Tudo se integra em uma identidade visual verde escuro muito bem feita. Parabéns à equipe de arte do openSUSE. Até o a tela de apresentação (splash screen) de algumas aplicações (como o Gimp e o OpenOffice) são customizadas para a identidade visual do openSUSE.
  • O Yast, que é uma aplicação de gerenciamento do computador é muito útil e bem integrada com o KDE. Com ele é possível gerenciar os softwares instalados, configurar usuários, segurança, firewall, compartilhamentos... Certamente uma ferramenta assim falta para a família *buntu.
  • A integração do Firefox com o KDE é realmente aquilo que eu havia lido... É muito chato ficar usando hacks como este ou este para o Firefox parecer saber que o KDE existe...
Enfim, recomendo o openSUSE para quem estiver interessado no Linux e no KDE. Bem melhor que o Kubuntu na minha opinião. E mais fácil de usar que o sidux ou o Arch...

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sistemas do Banco do Brasil e Linux 64 bits

[EDIT] Conforme comentário do Rubens de Souza Matos Jr., realmente, o Home Banking do Banco do Brasil agora suporta o Linux em 64 bits! Isso é uma excelente notícia para a maioria dos usuários. Mas, como nem tudo é perfeito, para mim e para os outros clientes que também possuem uma conta empresarial, as dicas deste post seguem valendo, pois o Gerenciador Financeiro (aplicativo para contas empresariais) ainda não suporta 64 bits... Mas é um sinal de progresso, e espero que logo ele também rode "out-of-the-box"!

Já há algum tempo venho insistindo com o Banco do Brasil a necessidade de seus sistemas (home banking e gerenciador financeiro) suportarem o Linux 64 bits.

Como funciona: O site usa o plugin do Java (disponível para a maioria dos sistemas operacionais) como segurança adicional de acesso (recentemente foi trocado o teclado virtual para um campo normal onde se digita a senha pelo teclado do computador mesmo). O problema não está no Java, mas na solução empregada pelo banco: para identificar o computador, é rodado um programa nativo (que não é Java) para obter informações da máquina que o próprio Java não disponibiliza. Assim, ao acessar o banco, é baixado um arquivo jar (Java ARchive) que contém além do programa Java, esses pequenos programas nativos para cada arquitetura: Windows / Linux / Mac...

O problema: No jar do banco não existe um arquivo para o Linux em 64 bits, somente 32. Não sei se ele funciona no Windows 64 bits. Alguém tem essa informação? O que sei é que no Windows é instalado um programa adicional para suportar essa solução. Talvez esse programa seja o responsável pela identificação do computador.

Por quê Linux 64 bits é importante mesmo? Já fazem mais de 10 anos que as arquiteturas 64 bits estão no mercado. Nenhum sistema operacional de 32 bits consegue usar mais do que 4 GB de memória. Alguns até conseguem com uma gambiarra chamada PAE, mas ficam mais lentos. Além disso, muitos programas rodam mais rápido em 64 bits.

Por quê o Banco do Brasil deveria suportar o Linux 64 bits? Na verdade, é uma questão de mercado: o banco deveria suportar os sistemas que seus clientes usam. Qualquer um que buscar no google por banco do brasil linux 64 bits vai ver uma série de páginas e blogs (como este) de usuários insatisfeitos. E há outra questão: o Linux está em crescimento, e está aqui para ficar. E praticamente 100% dos computadores novos suportam 64 bits (exceto os netbooks, ou mini notebooks). Então, pra que sub-utilizar um computador porque os programadores do banco simplesmente "esqueceram" de colocar um arquivo dentro daquele tal de pacote jar?

E a solução por parte do banco é difícil? Como o sistema de segurança do banco não é software livre, fica impossível dizer o trabalho exato que seria necessário para suportar o Linux 64 bits. Mas o mais provável é que o exato programa que roda em 32 bits possa ser compilado em 64. Depois disso, seria só recriar o pacote jar e pronto.

Tá, mas eu preciso usar o sistema e tenho um Linux 64 bits. Como faço? Baixe o firefox de http://www.firefox.com (que é 32 bits) e extraia ele em algum lugar (por exemplo, /home/usuario - adaptando para o seu usuario). A pasta firefox será criada. Então abra um terminal (sim, um terminal) e digite:

cd firefox
./firefox -ProfileManager

Crie um perfil com o nome 32, e desmarque a opção para usar sempre esse perfil.
O firefox irá abrir. Você pode fechá-lo por agora.
Depois instale o Java 32 bits. Baixe a versão Linux (arquivo de extração automática) em http://www.java.com.
Volte ao terminal. Os passos se baseiam na versão do java no momento do post, que é 6u17. Adapte de acordo com a versão baixada:

cd firefox/plugins
sh caminho_do_download/jre-6u17-linux-i586.bin
Aperte a barra de espaço até chegar ao fim do texto, digite y e enter.
ln -s jre1.6.0_17/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so

Aí você vai ter que criar um lançador do Firefox 32 bits. Clique com o botão direito no menu do sistema (menu K ou ícone do Ubuntu ou Gnome) e clique em editar menus. Adicione um ítem na seção Internet, colocando Firefox 32 como nome, "/home/usuario/firefox/firefox -P 32 -no-remote" (sem aspas, adaptando o usuario e nome do perfil criado - 32). Como ícone, você pode usar /home/usuario/apps/firefox/chrome/icons/default/default48.png. Salve o lançador.

[EDIT]  Por algum motivo desconhecido, para acessar minha conta empresarial, o firefox trancava, comendo 100% da CPU. Tive que iniciar em modo de segurança (parâmetro -safe-mode) e desativar todos os complementos. Aí, reiniciei ele e ativei o plugin do java. Aí a coisa voltou a funcionar...

[EDIT 2] Conforme comentário aqui no post, no Firefox 3.6 a coisa não funciona. Tem que ser o 3.5 mesmo.

E por que eu tenho que fazer tudo isso se é interesse do banco em ter-me como cliente? Não sei, mas obviamente a responsabilidade é do banco em querer ter você como cliente. Tenho certeza que quanto mais usuários criarem uma reclamação (por dentro do home banking, em mensagens), mais rápido este problema será solucionado.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

World of Goo

Para quem gosta de jogos de computador e usa Linux, sabe da triste realidade:
São realmente poucas as empresas que fazem jogos para este sistema operacional, pois ele ainda tem muito poucos usuários (algo em torno de 1 a 2%).
Claro que toda a regra tem suas exceções. Um exemplo é o World of Goo, que foi lançado simultaneamente em várias plataformas (incluindo Linux).
Já havia baixado o demo, e havia gostado muito. E ele é simplesmente o melhor jogo de lógica que já joguei... Tudo é extremamente bem feito, muito divertido e desafiador. Recomendo.
E para aqueles que querem um dia ver mais e mais bons jogos para Linux: suportem quem nos suporta. O preço é bem razoável (US$ 20,00, que quando comprei equivalia a +- R$ 35,00).
Espero que no futuro teremos jogos de grandes empresas para Linux também...
De qualquer forma, essas empresas já programam a maioria dos jogos como multiplataforma (Windows, MacOS, Wii, XBox, PS...). Incluir o Linux nessa lista é só uma questão de tempo, com certeza...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

sidux

Mais um capítulo na minha novela pessoal de distribuições do Linux. Já contei um pouco da minhas andanças entre as distribuições aqui e aqui.

E a história continua. Resolvi há alguns dias testar o sidux. O motivo principal é o mesmo que me levou a testar o Arch: Não existem versões "fechadas", mas ao atualizar o sistema, as últimas versões dos pacotes são instalados.

Isso porque ele é baseado no Debian sid, que é a versão instável do Debian (que é a base do Ubuntu). O que o sidux faz é adicionar alguns pacotes (inclusive do kernel) para estabilizar um pouco o sid.

O resultado é um sistema sempre atualizado (ou quase sempre), com pouco trabalho e sem precisar reinstalar todo o sistema operacional a cada 6 meses. E o melhor: usando o apt-get / synaptic!!!

Por que não usar o Debian sid direto? Bem, ele é a torta. O sidux é apenas a cereja no topo. Eu recomendo!!!

domingo, 22 de março de 2009

Nova investida: Arch Linux

Parece a sina de muitos dos que curtem Linux: testar um monte de distribuições...

Minha história com o Linux foi mais ou menos:


  • 2001: SuSe

  • 2002: Slackware

  • 2003: SuSe

  • 2004 - 2005: Slackware

  • 2005: Ubuntu / Kubuntu

  • 2006 - 2007: Kubuntu

  • 2007 - 2008: Mandriva

  • 2008 - 2009: Kubuntu


Só que agora resolvi mudar de novo, e depois de ter lido bastante, resolvi testar o Arch Linux. Por quê? Um motivo principal: com ele não precisa esperar 6 meses pra instalar a nova versão do aplicativo X, junto com o sistema todo. Claro, existem repositórios alternativos, PPAs e tal, mas eu sempre acabava reinstalando o sistema todo a cada 6 meses. E como tenho um desktop e um laptop, são 2 micros. E nem contei o do trabalho ainda ;).


Entretanto, teria um problema: a instalação não é tão simples como a do (k)ubuntu ou do mandriva: é modo texto, cheia de opções e tal... Mas não tenho medo de coisas como "modo texto" ou "linha de comando". Portanto, resolvi encarar...


Minha idéia não é um fazer um tutorial de como instalar o Arch Linux (tem vários na Internet), mas relatar minha experiência... Bem, apesar da instalação ser textual, é bastante fácil. Depois de instalar o sistema, instalei o xorg, o kde e os drivers da NVIDIA. Depois de uma mexida no xorg.conf (aliás, deve-se baixar o pacote hwd, e rodar hwd -xa para gerar o arquivo) para ativar resoluções maiores, maior nível de cor (vinha com 16 e não 24 bits), colocar o driver da nvidia e habilitar o Composite, tudo funcionou beleza...
Instalei também o shaman, que é uma interface gráfica para o pacman (gerenciador de pacotes). Gostei bastante dele.


Depois disso, aplicações como o gimp e o firefox são indispensáveis. Mas como elas são GTK (o KDE roda nativamente em outro toolkit, o QT), o firefox, por exemplo, fica horrível. Parece saído diretamente dos anos 70. Instalando o pacote gtk-qt-engine e indo nas configurações de aparência do KDE, e definindo para usar para o GTK o estilo do QT, as coisas ficam beeem melhores. Aliás, o firefox fica bom mesmo com o tema KDE4 + Firefox3.


Como resultado, tenho agora um sistema que inicializa muito mais rápido e roda muito mais rápido que o Kubuntu. Na verdade, não sei se a diferença maior no KDE é pelo QT 4.5 ou pelo Arch, mas no Kubuntu Intrepid usava-se o QT 4.4, e já li que tem uma diferença de performance notável... Resumindo: valeu a pena!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Skype no Linux com tradução decente para o português do Brasil

Quem usa o Skype no Linux (versão 2.0.X) em português do Brasil já deve ter tomado um susto com a qualidade da tradução. Desde botões "AceiteAceite" e "RecuseRecuse" (duplicado mesmo) ou alguns textos em inglês ou italiano (?!?).

Para solucionar: baixe os dois arquivos: skype_pt_br.qm e
skype_pt_br.ts
para algum diretório. Depois, a partir desse diretório, execute:
sudo cp skype_pt_br* /usr/share/skype/lang

Reinicie o Skype e pronto!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Instalando o driver NVIDIA 180.22 no Ubuntu 8.10 (Intrepid Ibex)

O Intrepid vêm com o driver NVIDIA 177.XX, que, como eu havia postado antes, não é muito interessante pra quem usa o KDE 4.1. Nesse mesmo post, estão as instruções para instalar o driver 180.06.
Agora, a versão final da série 180 foi lançada, e é a 180.22.
Como este driver não está disponível como pacote para o intrepid (já está disponível para os alphas do jaunty), ele pode ser instalado manualmente.
Mas eu tive um problema ao instalá-lo: o servidor X (modo gráfico) não subia mais.
Então vi que o problema era uma incompatibilidade entre a versão do driver que vem instalado no intrepid e a nova versão.
Mas isso pode ser contornado! :)
Primeiro uma declaração: estes são os passos que funcionaram para mim, em pelo menos 3 máquinas diferentes. Não me responsabilize caso não funcione com você, ou se simplesmente seu micro implodir!

Vamos aos passos:

  1. Baixe o driver do site da NVIDIA (32 ou 64 bits)

  2. Vá a um TTY (terminal) com Ctrl+Alt+F1, entre com o seu usuário

  3. Entre como superusuário: sudo -s

  4. Dê permissão de execução ao arquivo: chmod +x NVIDIA-Linux-x86_64-180.22-pkg2.run (este é no meu caso, que é 64 bits)

  5. Instale um pacote necessário: apt-get install build-essential

  6. Agora pare o modo gráfico: service kdm stop (se for Kubuntu) ou service gdm stop (se for Ubuntu)

  7. Remova todos os pacotes relacionados ao driver: apt-get autoremove dkms nvidia* e execute o nvidia-uninstall se ele existir

  8. Remova o módulo do kernel com rmmod nvidia

  9. Remova o diretório com o driver que veio instalado, ou você terá problemas de compatibilidade com o driver novo: rm -rf /lib/modules/`uname -r`/kernel/drivers/video/nvidia Execute também rm /lib/modules/dkms/nvidia*

  10. Agora instale o novo driver, executando o arquivo baixado: ./NVIDIA-Linux-x86_64-180.22-pkg2.run (caso esteja em outro diretório, troque ./ pelo diretório). É um Ok > Ok > Ok... até o fim

  11. Pronto! Basta reiniciar o ambiente gráfico: service kdm start (se for Kubuntu) ou service gdm start (se for Ubuntu)


Importante: Se você utilizou este método, guarde o download do driver, pois como não é um pacote oficial, cada vez que você instalar uma atualização do kernel, o modo gráfico vai deixar de subir. Você deve então reinstalar o driver, parando o ambiente gráfico, instalando e depois subindo-o novamente.

sábado, 6 de dezembro de 2008

HOWTO: Como fazer funcionar o microfone no Linux

Um problema recorrente nos fórums é o uso do microfone. Muitas pessoas tentam usar, por exemplo, o skype, mas o microfone está mudo.
Como solucionar?
Por algum motivo que não entendo até hoje, as distribuições (eu uso o Kubuntu) não vêm com estas configurações por padrão, mas, vamos lá...
Abra um terminal e execute o programa alsamixer. Você verá uma série de canais de volume. Pressione tab para alternar entre os modos playback, capture e all. No modo capture é que está o problema.
Placas de som diferentes possuem canais diferentes. Vou dar aqui dois exemplos, um do meu computador desktop e outro do laptop.
Desktop: Possui um chipset VIA. O comando lspci traz a seguinte informação:
80:01.0 Audio device: VIA Technologies, Inc. VT1708/A [Azalia HDAC] (VIA High Definition Audio Controller) (rev 10)

Tive que ativar a captura no canal "Capture" (usando a tecla de espaço) e aumentar o volume do canal "Digital".
Laptop: Possui um chipset Intel, identificado como:
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 82801H (ICH8 Family) HD Audio Controller (rev 03)

Aqui, foi necessário selecionar como "Input Device" o "Front Mic", que é o microfone embutido. Também aumentei o volume do canal "Capture" e selecioná-lo com a tecla de espaço.


Em ambos os casos, aumentar o "Mic Boost" ajuda para que o volume não fique baixo demais.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Mais KDE 4.1: Menu de compactar / extrair e plasmoid de início rápido

Quem já usou o KDE 4 (especialmente o 4.1), deve ter sentido falta de pelo menos uma coisa essencial no Dolphin (gerenciador de arquivos): ao clicar com a direita em um arquivo compactado, cadê o menu extrair? E ao selecionar arquivos e diretórios, cadê o compactar?
Bem, o fato é que oficialmente só no KDE 4.2. Mas, se você quer essa funcionalidade hoje, tem como!
Adicione o seguinte no seu /etc/apt/sources.list:
deb http://ppa.launchpad.net/samrog131/ubuntu intrepid main

Depois, rode os comandos:
sudo apt-get update
sudo apt-get install servicemenu-extractandcompress

Reinicie o Dolphin, e lá estarão os menus!

Outro elemento que falta para quem estava acostumado com o KDE 3.5 é um applet de início rápido (com vários atalhos em um só lugar). Para tal, após adicionar a linha acima no /etc/apt/sources.list e rodar o sudo apt-get update, rode:
sudo apt-get install plasmoid-quicklauncher

Depois, ao utilizar o adicionar widgets no painel ou na área de trabalho, você verá o QuickLauncher, para onde você pode arrastar os atalhos a partir do editor de menus ou do menu principal.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Driver NVIDIA e KDE 4.1

Quem já usou o KDE 4.1 em um micro com placa NVIDIA (usando o driver proprietário) sabe do que eu estou falando. Quando o cursor pisca em uma aplicação GTK, ao passar o mouse sobre o painel, os botões somem, piscam, mudam as cores...
E isso é um bug no driver da NVIDIA.
Era.
Acontece que foi lançado o driver 180.06 (beta), que pode ser baixado do site da NVIDIA (32 ou 64 bits), que corrige esse problema.
Basta baixar, abrir um terminal e executá-lo (chmod +x ;./).
Pronto. Aí é só alegria.
Ah, "de lambuja", a performance 2D ficou bem melhor também...
Só vale a pena lembrar que é um driver ainda beta, por isso, pode conter outros bugs... Mas no meu caso valeu (e muito) a pena atualizar.

[Atualização]
Atenção: Se você instalar o driver da NVIDIA manualmente, conforme descrito, sempre que seu kernel for atualizado (como aconteceu recentemente no Intrepid Ibex), o ambiente gráfico (X.org) não vai mais subir, e você terá que reinstalar novamente o driver.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

KDE 4.1

Depois de algum tempo sem postar, uma atualização...
Eu sou um usuário do KDE de longa data.
Quando saiu o KDE 4.0, eu baixei e experimentei, mas ainda estava muito cru.
Em julho saiu o a versão 4.1, e eu não podia deixar de conferir...
No trabalho usamos o Ubuntu 8.04 (eu, particularmente, o Kubuntu). Pois instalei o 4.1.
Pôxa, acho que os caras estão fazendo um trabalho muito bom.
Não notei ele mais pesado que o 3.5, mesmo com muitos recursos a mais...
Ainda faltam algumas coisas, mas com certeza os caras estão no caminho certo.
E este fim de semana instalei o Kubuntu 8.10 (Intrepid Ibex) Alpha 5 em casa.
Como colocado na página, não é recomendado para quem se importa com bugs, pois ainda está em desenvolvimento... Mas o release promete.
Recomendo a todos que quiserem tentar o ambiente Linux, ou aqueles que já o conhecem, que experimentem instalar a versão final do 8.10 (que sai fim de outubro).
Vale muito a pena. O KDE 4.X chegou pra ficar.